Relatório de Atividades 2019

Em 2019 foram 20 formaturas no Ensino Superior e 27 novos bons alunos que entraram para complementar o número de  200 alunos atendidos ao ano pelo Programa Bom Aluno Curitiba.

Queremos compartilhar com você, que faz parte dos nossos 27 anos de história, as principais ações desenvolvidas ao longo do último ano.

COVID 19 E AS DEMANDAS EMERGENTES

Assim como na maioria das cidades brasileiras, Curitiba iniciou seu processo de isolamento social na segunda quinzena de março. Desde então, intensificamos os atendimentos individuais com os alunos e temos feito levantamento de necessidades das famílias. Entender o cenário, é importante para que ninguém fique desassistido, estamos mobilizando as redes necessárias para atender a todas as demandas que surgem diante de uma pandemia.

Como a renda de diversas famílias foram afetadas em virtude de cortes e/ou suspensões de salários, percebeu-se que a busca por cestas básicas seria uma das principais ações a serem viabilizadas.

Algumas das cestas recebidas pelo Programa Impulso.

Algumas das cestas recebidas pelo Supermercado Festval.

Para isso contamos com o apoio importante do Programa Impulso, do Instituto GRPCom e a ação Pedreira do Bem, onde recebemos 10 cestas básicas e do Supermercado Festval que contribuíam com 20 cestas básicas que já foram retiradas pelos alunos.

Fica aqui o nosso agradecimento ao Impulso e Festval pelas doações que com certeza fizeram diferença neste momento.

COVID 19 E AS DEMANDAS EMERGENTES

O projeto Marketing do Bem nasceu de uma demanda interna da instituição. Com o isolamento social em virtude do COVID-19 foi percebido que algumas famílias atendidas pelo programa, estavam com dificuldades financeiras e, como inúmeros pais e familiares são autônomos e/ou pequenos empreendedores, nasce o projeto com o intuito de seguirmos atendendo aos nossos alunos, mas, nas demandas emergentes. Garantindo assim o bem-estar dos mesmos de maneira indireta.

Apresentação do projeto aos familiares.

O objetivo do projeto, encabeçado pela nossa Analista de ComunicaçãoEid Neiva da Silva – é ajudar pequenos empreendedores que estão sofrendo com a crise e precisam se reinventar no cenário atual. Entender as necessidades e, de maneira gratuita, criar novas possibilidades de negócios ou desenvolver materiais de divulgação dos produtos e serviços ofertados.

Nesta etapa, foram atendidos seis negócios, sendo cinco pais e, a irmã de uma das nossas psicólogas. Tendo sido criado algumas logomarcas e um material para divulgação do produto ou serviço, em especial.

Abaixo, alguns materiais que foram desenvolvidos:

Portfólio do projeto
Portfólio do projeto
Portfólio do projeto
Portfólio do projeto
Portfólio do projeto

Uma das ações do projeto, se transformou em um curso, o Instagram em 7 passos, idealizada em parceria com o Syna Design Studio, para ensinar – NA PRÁTICA – como colocar uma marca ou serviço em uma das ferramentas mais utilizadas no mundo e alavancar os negócios. Desta etapa participaram, quatros pessoas.

O resultado extremamente positivo, fica registrado com os depoimentos abaixo:

É importante, neste momento, intensificarmos o acompanhamento dos familiares para mobilizarmos a nossa rede de apoio para suprir outras necessidades que surjam e, com isso garantir que nossos atendidos estejam bem para passar por essa fase da melhor maneira possível.

DICA DE LEITURA I SAÚDE MENTAL

O canal de notícias G1 fez uma reportagem importantíssima sobre como o cuidado com a saúde mental e as experiências que crianças e jovens estão vivenciando durante o isolamento social são mais importantes que o “dar conta” de conteúdo pelo conteúdo. O texto apresenta pontos importantes e, gostaríamos de compartilhar por aqui também!

 

Saúde mental de alunos e experiências em meio à pandemia importam mais que recuperar conteúdos, dizem especialistas


Segundo educadora e psicóloga ouvidas pelo G1, crianças e adolescentes podem aprender com a pandemia. No retorno às aulas, é necessário entender que eles vão levar “marcas” de tudo o que aconteceu.


Especialistas ouvidos pelo G1 alertam: mais importante do que recuperar o conteúdo perdido, é se preocupar com a saúde mental das crianças e dos adolescentes e o que a pandemia pode ensiná-los.

A professora do Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Tatiana Lebedeff usou as redes sociais para discutir sobre o tema. No texto, ela pede que, depois que forem retomadas às aulas, as escolas reflitam com as crianças o que significou essa experiência para elas e para as famílias.

A educadora mostra a importância dos pequenos se libertarem durante o tempo em que ficarem isolados.

“Ninguém estava preparado para a educação domiciliar: nem escolas, nem crianças, nem famílias. Eu desejo que o retorno depois não seja sofrido, nem para as crianças, nem para os professores. Vejo os pais muito preocupados com nota, a avaliação, estão vivendo um momento de sofrimento. Vejo discussões de como vão repor as aulas, mas não uma discussão de como isso vai ser feito, a perspectiva de acolher essas crianças na escola, como será a nova rotina. Essas crianças viveram por muito tempo em uma rotina diferente, elas não vão voltar no mesmo ritmo“, afirma a educadora.

Formada em Educação Especial, Tatiana tem mestrado em Educação e doutorado em Psicologia do Desenvolvimento. Para ela, discutir como serão retomados os conteúdos é importante, mas proporcionar um retorno tranquilo às aulas é ainda mais necessário, já que as crianças vão levar “marcas” de tudo o que aconteceu.

“Eu estava muito angustiada, as pessoas falando nas redes sociais sobre turno inverso, reposição de conteúdo. A escola não precisa pensar em reposição na primeira semana, no primeiro mês. Os alunos têm que viver vida de criança, correr”.

“Me assustou que as pessoas estavam discutindo conteúdo, e não crianças como crianças”, disse

A professora acrescenta a importância de se aprender questões mais amplas, como desigualdade social e solidariedade.

“Escolas particulares estão tendo aula remota, estão com atividades, mas tem crianças que estão em vulnerabilidade social, não têm computador, nem internet em casa. Não tem apoio familiar para estar fazendo alguma coisa. Muitas crianças dependem da merenda escola, por exemplo”.

Fortalecimento de vínculos

Segundo a psicóloga, para a criança enfrentar esse momento, ela precisa se sentir segura sobre sua ligação com os pais ou com os adultos cuidadores. Vínculo seguro, afeto e comunicação clara desenvolvem a chamada segurança básica.

“É importante poder falar de forma clara para as crianças o que está acontecendo. Não é porque uma criança é pequena que a gente vai supor que ela não está entendendo. As crianças são mais capazes do que a gente imagina de perceber as coisas que acontecem em sua volta. Elas podem não ter a clara noção didática do que é o vírus, a pandemia e a contaminação. Mas elas têm uma percepção afetiva emocional muito clara”.

Conversando com as crianças é possível trazer à tona outros temas importantes.

“No momento que tu explica, que tem que ficar em casa porque tem um vírus, uma doença, e outras pessoas podem pegar se a gente sair, aí tu também começa a introduzir um outro conceito que é a empatia. Tu precisa estar em casa para cuidar não só de ti, mas também dos outros”.

Outro ponto importante é que os pais abordem com as crianças temas como luto e morte.

“Porque também é uma forma de luto a gente perder a autonomia como a gente vem perdendo, perder a possibilidade de contato, de abraço. Crianças perdem o contato com os amigos, perdem o contato com familiares, com os avós, então, também tem que aprender a fazer esse luto. Mas da morte real também. Acho que é uma oportunidade de poder falar sobre isso. No geral, algumas famílias, alguns adultos, têm receio de abordar o tema da morte com as crianças. Mas é um tema que é necessário”.

Por fim, Mara diz que é normal os pais se sentirem sobrecarregados, por isso, é preciso que as pessoas não se cobrem tanto em meio ao isolamento social e à pandemia.

Para ler a reportagem completa, clique aqui

PARCERIAS I Junior Achievement e Bom Aluno

Se parcerias já são importantes potencializadores para o trabalho no Terceiro Setor, em pleno isolamento social isso ganha ainda mais força.

Nossos alunos do 2º ano do Ensino Médio são acompanhados e orientados profissionalmente, para que ao final de sua trajetória acadêmica básica, possam fazer uma escolha mais segura e assertiva no que diz respeito à escolha de curso universitário e seu caminho profissional.

A fim de ampliar o repertório comportamental, visão crítica e conhecimento técnico acerca do mercado de trabalho, nos unimos à Junior Achievement, que assim como nós, visam o desenvolvimento de jovens, preparando-os para os desafios e carreiras da economia globalizada.

FuturoDoTrabalho

Pensando nas mais constantes transformações na tecnologia e no modo como nos relacionamos com o mundo, temos por objetivo com o projeto Futuro do Trabalho, pensarmos em quais adaptações serão necessárias para a inserção destes jovens em um mercado de trabalho totalmente volúvel e flexível, para isso, abordaremos sobre as mudanças de visão acerca da economia, quais habilidades serão consideradas diferenciais no futuro do trabalho, como priorizar sonhos e desejos pessoais no momento da escolha profissional, entre outros pontos.

E para enriquecer ainda mais este projeto, tivemos a possibilidade de ampliar o número de participantes estendendo o convite e acesso às nossas unidades espalhadas pelo Brasil, com isso, cerca de 40 adolescentes estão sendo beneficiados nos estados do Paraná, Belo Horizonte e Espírito Santo.

O curso acontece entre os dias 16 e 23 de Junho e ações em conjunto com as demais unidades é um sonho antigo de toda equipe. Com o ensino remoto está sendo possível concretizá-lo!

Diário de Intercâmbio

Ao completar 6 meses de intercâmbio, a Larissa nos atualizou sobre sua experiência até aqui … vamos a mais um post do Diário de Intercâmbio.

 

DiarioIntercambio

Larissa Anjos • México • #005


19 de abril de 2020, 6 meses de intercâmbio

Depois de um tempo sem escrever, aqui estou novamente para contar como está sendo passar por uma pandemia em pleno intercâmbio.

A gente sonha muitas coisas estando aqui fora, mas nem sempre sai tudo como imaginávamos. Eu estava entrando na parte mais legal do meu intercâmbio, quando ia conhecer muitos lugares diferentes, trocar de família, joelho já permitindo sair e caminhar, quando nos deparamos com a quarentena.

Infelizmente muitos intercambistas voltaram para seus países, a segunda grande viagem foi cancelada, a conferência do distrito do Rotary também, e as aulas passaram a ser online. Estou em casa desde o dia 15 de março. Em um primeiro momento eu não aceitava a ideia de ter que ficar assim, mas depois me tranquilizei e passei a aproveitar esse tempo tão precioso com a família.

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Tivemos a chance de nos conhecermos mais, vimos filmes, jogamos jogos de tabuleiro, dividimos as tarefas da casa, montamos quebra-cabeça de mil peças, fiz bolinho de chuva e pão de queijo, estou estudando para o ENEM e está sendo tudo muito mais leve.


Já as aulas estão ocorrendo por meio do Hangouts Meet, aplicativo do Google, já que a escola trabalha com a plataforma do Classroom, então como tudo é conectado, não foi difícil. As aulas online voltam dia 20 de abril porque aqui a semana santa e a de Páscoa são férias. A situação do coronavírus aqui no México não está como no Brasil, está até um pouco mais tranquila segundo as estatísticas, mesmo assim aqui em casa estamos tomando todas as medidas. Está sendo um tempo de muita aprendizagem e gestão emocional. Logo, e provavelmente em maio eu já estarei voltando pra casa, por ordem do Rotary aí do Brasil, que pediu que a gente voltasse por questão de não saber como estará tudo depois. Estou esperando confirmação de um voo de repatriação. Esperamos que tudo dê certo.

Que as coisas fiquem bem logo, pra todos nós!
Até o próximo #DiáriodaLari ❤

 

 

 

Método Pomodoro

Em primeiro lugar, não é uma obrigação se sentir produtivo em todo o tempo neste período de isolamento social. É uma situação muito atípica para todos nós e, se faz necessário um tempo de adaptação e tá tudo bem. Combinado?

Mas, percebemos que a dificuldade de organização com os estudos em casa tem sido a maior dificuldade dos nossos alunos e, por isso hoje vamos falar de um método bem fácil e bacana para resolver tarefas: é o Método Pomodoro.

Criado pelo italiano Francesco Cirillo, no final da década de 1980, o método se baseia na ideia de que a mente funciona em blocos de tempos e que depois há uma perda de produtividade, o que prejudicaria a realização da tarefa. Ou seja, para conseguir manter a rotina em dia, seria preciso ter um tempo de descanso entre esses blocos.

Então, você deve focar muito e aproveitar cada minuto, seja do Pomodoro (tempo de execução da tarefa) ou do tempo de descanso.

São 4 tempos de 25 min de trabalho, bem focados e se possível, sem nenhuma interferência alternados com 5 min de pausa entre eles. Esse é o tempo para beber uma água, se esticar e dar esse ar que a cabeça da gente precisa, Ao término de 4 pomodoros, faça uma pausa maior.

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Escolha uma tarefa, que você pode separar por “pedaços” ou pequenas tarefas que seriam curtas de resolver. Você pode realizar tarefas diferentes em um mesmo “pomodoro” ou continuar uma mesma tarefa após as pausas.

Agora, se depois da pausa longa você ainda não tenha conseguido concluir a mesma tarefa, deverá pensar se não é melhor concluí-la em um outro momento.

Perceba como você funciona ok?

Baixe o infográfico acima, envie para os amigos, grude na parede … e aplique no seu dia a dia e, depois vem contar pra gente como foi!

DIÁRIO DE INTERCÂMBIO

… ou seria diário da quarentena?
A Luana mandou notícias (a gente tava com saudade) e contou um pouco de como tem sido esses dias – nunca imaginado por nós – lá no México.

DiarioIntercambio

Luana Luise • México • #004

Oiii pessoal, faz muito tempo que eu não apareço então vou atualizar vocês sobre a minha situação no intercâmbio! Como é de costume nos intercâmbios e do Rotary, sempre vivemos com 2 famílias (no minimo) durante os 12 meses. Passei  quase 5 meses com uma família e em janeiro vim para a minha segunda casa! Confesso que tinha muitas borboletas no estômago, era difícil imaginar que passaria por todo um processo de adaptação, outra vez!

Na minha nova casa somos em 6, o que é uma novidade para mim, já que minha no Brasil e na primeira família éramos em 4. Agora tenho 2 irmãos (um de 10 e outro de 12 anos) e uma irmã (16 anos), ou seja, eu sou irmã mais velha pela primeira vez na minha vida hahaaha. Admito que sempre quis ter mais irmãos mais novos e eu estou amando! Nossa relação é muito boa, jogamos juntos, ajudo eles com as tarefas da escola e sempre nos divertimos muito nos momentos familiares!

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Nesse diário eu vou contar somente sobre a famosa quarentena! Várias pessoas me perguntam como estão funcionando as coisas aqui no México nesse período tão difícil, então vou explicar tudinho!

Estou passando a quarentena em casa, como deve ser feito! No inicio eu sentia que estava bom ficar em casa, como se fossem mini férias, eu via filmes, séries, jogava com meus irmãos, montei quebra cabeças… Mas agora já não estão acontecendo coisas diferentes, então o tédio chega bem rápido! Eu estou com muita saudade dos meus amigos da escola e acham que eles sentem o mesmo, então nas noites fazemos videochamada em grupo para poder conversar e distrair um pouco!

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Minha escola está usando um sistema de aulas online através do Google Classroom, que já era uma plataforma utilizada pela escola para enviar atividades, porém agora todo o ensino está sendo feito por aí. Infelizmente eu não tenho acesso a essa plataforma por ser uma aluna ouvinte, ou seja, somente fazia as atividades realizadas em aula. Várias amigos compartilham o que estão fazendo e assim posso acompanhar, o que ajuda a ocupar minha mente! Além disso, quando alguém tem dificuldade para entender um novo assunto sempre me enviam mensagens para tirar suas dúvidas, porque já aprendi muitas coisas que ainda estão aprendendo e eu adoro ensinar.

         “Luana, você já pensou em voltar para casa?” NÃO!!

Minha casa agora é no México e eu ficarei aqui até que toda essa situação acabe! Além disso, estar nos aeroportos é algo que colocaria minha saúde em risco e poderia propagar ainda mais o vírus. Passei muito tempo pensando nas medidas que o Rotary poderia realizar, isso me deixou super apreensiva, porque alguns intercambistas tiveram que voltar ao seu país devido à situação do coronavirus, mas felizmente deixaram a decisão nas nossas mãos.

Acordar e saber que meu intercâmbio está passando e eu estou fechada em casa é um pouco triste, mas isso não me afeta, penso que cada minuto no México deve ser aproveitado e é isso que eu estou fazendo!

Por favor, fiquem nas suas casas e cuidem muito da sua higiene! Agora que eu estou no México tenho noção de como o mundo é grande e que cada pessoa é importante para a sociedade. Ao ficar em casa você se protege e protege quem está ao seu entorno!

Belo e importante recado, Lu: fiquem em casa e até o próximo diário! 😉

EBOOK I Pequeno Manual de Grandes Conselhos

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O mundo está em quarentena já há algumas semanas. Aqui no Programa, os alunos foram liberados a partir do dia 18 e, a equipe está trabalhando em sistema de home office desde o dia 20.  Tudo é muito novo pra todos nós e existe ao mesmo tempo um movimento para se manter ATIVO em meio a tudo isso mas, também existe uma grande preocupação para nos mantermos SÃOS também, em meio a tudo isso.

Como você está lidando com a nova rotina?

Reforçamos que neste momento, está TUDO BEM não estar TUDO BEM, o importante é entender este movimento e saber buscar ajuda em dias mais difíceis.

Por isso, em época de isolamento social, nós do PROGRAMA BOM ALUNO,
preparamos um material muito especial: um ebook chamado Pequeno Manual com Grandes Conselhos! Assim, você poderá levar este período com maior leveza e aprendizado. Neste manual você encontrará reflexões, dicas e até alguns exercícios que você poderá fazer, como também ensinar para as pessoas de sua família.

Queremos que todos baixem, leiam e compartilhem essas dicas com toda a sua rede e, também voltem para nos contar como aplicaram alguma das orientações e, claro sugiram novas dicas para deixarmos nosso Manual ainda mais encorpado com conteúdos do bem!

Para baixar, clique aqui.

Usem sem moderação, ok?

VESTIBULAR 2020/2021

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Já é tempo de pensar no vestibular deste ano!
A UFPR antecipou a divulgação da lista de livros e demais referências bibliográficas para o processo seletivo, ainda sem data mas, que deve acontecer no final deste ano.

Os livros de Literatura Brasileira não mudaram em relação ao ano passado, são eles:

1. O Uraguai, Basílio da Gama
2. Últimos Cantos, Gonçalves Dias
3. Casa de Pensão, Aluísio de Azevedo
4. Clara dos Anjos, Lima Barreto
5. Sagarana, Guimarães Rosa
6. Morte e Vida Severina, João Cabral de Melo Neto
7. Nove Noites, Bernardo Carvalho
8. Relato de um certo oriente, Miltom Hatoum

A lista completa com as informações das provas específicas, você encontra aqui !

E aí, por qual livro você vai começar a leitura?